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MÉDICA REVELA TODA A VERDADE SOBRE OS PERIGOS DAS VACINAS

Mais do que nunca, a população americana está atormentada por problemas de saúde debilitantes como, a doença de Lyme, síndrome de fadiga crônica, autismo, câncer e demência – as quais eram praticamente inéditas há poucas gerações atrás. Por quê? Alguns dizem que é genético; alguns dizem que é a poluição ambiental; enquanto outros dizem que é devido ao (sempre crescente) cronograma de vacinas atual.

Hoje, vamos nos concentrar em um problema subestimado no nosso atual programa de vacinação. A  doutora, pesquisadora e bioquímica Judy Mikovits, confia todos esses problemas de saúde modernos diretamente no retrovírus – o qual ela diz afetar até 20 milhões de americanos.

Judy Mikovits

Embora esses vírus às vezes estejam dormentes, a Dra. Mikovits sustenta que algo tão simples quanto o desafio imunológico de receber uma vacina pode desencadear sua emergência total, com consequências, incluindo doença, deficiência e até morte prematura.

AIDS ameaça milhões – e é o resultado de uma “tempestade perfeita” de toxinas

Para a Dra. Mikovits, os fatos são incontestáveis.

Ela sustenta que encontrou evidências de que 20 milhões de americanos estão abrigando um vírus que pode se transformar em uma síndrome da imunodeficiência adquirida. Tenha em mente que esta não é a AIDS causada pelo HIV, mas sim uma síndrome da imunodeficiência associada a outros retrovírus.

Esta exposição ao retrovírus é responsável por literalmente dezenas de doenças crônicas, incluindo certos tipos de câncer, síndrome de fadiga crônica e autismo (para nomear alguns).

Como isso aconteceu?

Segundo a Dra. Mikovits, os retrovírus foram introduzidos através do suprimento de sangue e através de vacinas contaminadas – que datam testes de vacinas contra a poliomielite na década de 1930. (Significativamente, é quando os primeiros casos registrados de síndrome de fadiga crônica e autismo apareceram).

O problema dos retrovírus se intensificou na década de 1970, com o desenvolvimento de novas vacinas e medicamentos. E, a implementação de transgênicos (OGM) pode ter desempenhado um papel também.

Os retrovírus podem permanecer dormentes até serem ativados em pessoas com deficiência imune, o que pode ocorrer por co-infecções, choque, trauma, desregulação de hormônios e exposição a OGMglifosato e outras toxinas ambientais.

Dra. Mikovits revela um padrão de corrupção dentro da indústria de vacinas

Provavelmente não é verdade que as revelações cientificamente válidas da Dra. Mikovits não foram bem recebidas pelas agências federais de saúde e pelas principais autoridades médicas, incluindo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o National Institutes of Health (NIH) e pela Food and Drug Administration (FDA).

A razão pela qual suas descobertas foram suprimidas, diz a Dra. Mikovits, é que essas agências não querem causar um pânico que desencorajaria as pessoas a serem vacinadas. Claro, o governo também está (claramente) mais interessado em proteger os lucros da indústria das vacinas versus as preocupações com a saúde púbica.

Sem dúvida, a indústria farmacêutica e as empresas de biotecnologia lucram muito com o uso das vacinas.

Embora ela tenha sido silenciada (e ameaçada) por quatro anos por acusações criminais fabricadas, e não pôde falar abertamente sobre o encobrimento sem arriscar novas acusações – a Dra. Mikovits não mede palavras quando fala sobre o escândalo.

Segundo a Dra. Mikovits, “os retrovírus estão ligados à praga das doenças modernas que estão levando à falência o sistema de saúde dos EUA“. Sem dúvida: para melhorar a saúde de uma nação, devemos ter cidadãos bem informados. E, em última análise, a vontade de agir é a chave para manter a saúde ideal, evitando toxinas e alimentando o sistema imunológico

 

INGREDIENTES (tóxicos ) DAS VACINAS

 

Sulfato de amônio: (é um composto inorgânico usado como fertilizante. O sulfato de amônio é preparado por reação da amônia com o ácido sulfúrico)
– Suspeita de envenenamento do sistema gastrointestinal, fígado, nervos e vias respiratórias.

Beta-propiolactone: (é um composto orgânico da família lactona. É um desinfetante e muito usado para esterilizar plasma sanguíneo, vacinas, enxertos de tecidos e instrumentos cirúrgicos)
– É conhecido por causar câncer, suspeita de envenenamento do sistema gastrointestinal, órgãos, fígado, pele e sistema sensorial.

Levedura geneticamente modificado: ADN de animais, bactérias e vírus.
– Pode ser incorporado ao ADN do receptor, causando mutações genéticas desconhecidas.

Látex: (utilizado na indústria para confecção de preservativos, luvas e drenos cirúrgicos)
– Pode causar reações alérgicas de intensidade variável.

Glutamato monossódico: (usado pelas indústrias alimentícias para realçar o sabor dos alimentos, enganando o cérebro)
– Pode causar mutações genéticas, malformação do feto, retardar o desenvolvimento das crianças, danos reprodutivos e reações alérgicas graves.

Alumínio: (muito usado no mundo moderno em uma série de materiais, equipamentos e produtos)
– Sua ingestão pode causar dano cerebral, demência, surdez, suspeita de ser o causador da doença de Alzheimer. As reações alérgicas podem ser de leve a grave.

Formaldeído: A solução aquosa a 40% denomina-se formol ou formalina. Usado para produção de resina e diversos produtos químicos. É agente esterilizante, preservante de cosméticos, embalsamação e conservação de cadáveres e peças anatômicas.
– Provoca intoxicação do intestino, fígado, sistema imunológico e reprodutivo, ligado à leucemia, câncer de cólon, cérebro e do sistema linfático.

Microrganismos: Vivos e mortos, vírus e bactérias ou suas toxinas. A vacina contra a poliomielite foi contaminada com um vírus de macaco, que agora termina nos ossos humanos, revestimento do pulmão (mesotelioma), tumores cerebrais e linfomas.
Polissorbato 80: É um estabilizador utilizado em produtos como sorvetes, produtos lácteos, comprimidos de vitaminas, loções, cremes e produtos médicos.
– É altamente tóxico e provoca choques anafiláticos e câncer em animais.

Try(n)butylphosphate: Utilizado em centros de pesquisa nuclear para extração, por solvente, de urânio, plutônio e tório.
– Seu uso provoca danos nos rins e no sistema nervoso.

Glutaraldeído: Usado em desinfetantes e esterilizantes ambulatoriais e hospitalares.
– Embora seja usado em ambiente médico, é altamente tóxico e causa severas irritações nos olhos, garganta e pulmões. É conhecido por causar deformidades em cobaias.

Gelatina: Produzido a partir da pele de vacas e bezerros, dos ossos e outras partes do gado e da pele de porco. É muito utilizada em alimentos, produtos médicos e certas indústrias.
– Reações alérgicas têm sido provadas em muitos medicamentos e vacinas.

Sulfato de gentamicina e Polimixina B: (antibióticos) Usados para o tratamento de infecções por bactérias, Escherichia coli, gonorrhoeae e Staphylococcus.
– Reações neurotóxicas e alérgicas podem surgir, além de paralisia respiratória em pacientes com problemas renais.

Mercúrio (timerosal): Uma das substâncias mais tóxicas conhecidas. Ele é usado na industria de termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes e muitos outros produtos.
– Pode provocar danos ao cérebro, intestino, fígado, medula óssea e rins. No sistema nervoso pode causar lesões leves e até a vida vegetativa ou morte.

Fenol / fenoxietanol: Usado na produção de baquelite, corantes, medicamentos, fixador de perfumes, repelentes de insetos, tintas, resinas, pomadas e também como anestésico na aquacultura, conservante, antisséptico e protetor solar.
– É altamente tóxico para as células e afeta o sistema nervoso central, fígado e os rins. É corrosivo e fatal se ingerido.

 

Alguns sintomas de reação da vacina incluem:

• pronunciado inchaço, vermelhidão, calor ou endurecimento no local da injeção;
• erupção no corpo ou urticária;
• choque / colapso;
• choro gritando ou persistente estridente por horas;
• sonolência extrema ou longos períodos de ausência de resposta;
• febre alta, mais de 38º C;
• contrações ou espasmos musculares do corpo, braço, perna ou na cabeça;
• fraqueza ou paralisia de qualquer parte do corpo;
• perda de contato com os olhos ou a consciência ou retraimento social;
• perda da capacidade de rolar, sentar-se ou levantar-se;
• perda de visão ou perda da audição;
• Inquietação, hiperatividade ou dificuldade de concentração;
• distúrbios do sono que mudam vigília / sono padrão;
• bater a cabeça ou aparecimento de movimentos repetitivos (bater, esfregar, balançar);
• dor nas articulações;
• fraqueza muscular;
• perda de memória;
• aparecimento de dor de ouvido crônica ou infecções respiratórias;
• diarréia violenta ou persistente ou constipação crônica;
• problemas respiratórios (asma);
• sangramento excessivo (trombocitopenia) ou anemia.

 

 

Segundo a doutora Ghislaine Lanctot e outros profissionais da saúde especializados em Saúde Pública, as autoridades sanitárias mentem quando dizem que as vacinas protegem, sendo que a única imunidade autêntica é a natural e essa, 90% da população a adquire antes dos 15 anos. E mais, as artificiais curto-circuitam por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo, além de outros riscos que são ocultados.

 

Os comentários acima, da Doutora Ghislaine Lanctot em seu livro “A Máfia Médica”, coloca em cheque não só os serviços médicos hospitalares e a posição mafiosa dos laboratórios multinacionais, mas todas as pessoas vinculadas aos serviços de saúde ao redor do mundo, Conselhos Regionais de Medicina da maioria dos países, ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil e até os Ministérios da Saúde, incluindo o brasileiro.

 

Não pense que a Doutora Ghislaine está só nesta batalha de combate ao genocídio praticado pelos laboratórios farmacêuticos com o apoio dos governos de várias partes do planeta. Veja o que disseram alguns profissionais da saúde sobre as vacinas: Dr. Peter Baratosy – médico em Adelaide, no sul da Austrália autor do livro “There is Always an Alternative” (Há Sempre uma Alternativa): “Injetam partículas do DNA de animais, bactérias e vírus em bebês. Elas podem incorporar-se ao genoma humano. A estrutura do DNA humano pode mudar”.

 

Dra. Viera Scheibner – depois de ter estudado 60.000 páginas da literatura médica sobre vacinação, em carta ao Congresso Australiano, em 1999, atestava que: “Só existe um tipo de imunidade, a imunidade natural, que é alcançada passando-se pela experiência das doenças infecciosas infantis…. A vacinação, incluindo a praticada nos bebês, não somente não previnem doença infecciosa alguma, como também vem causando mais sofrimento e mortes do que qualquer outra atividade humana em toda a história da intervenção médica.

 

Será preciso décadas para se limpar completamente os desastres causados pela vacinação infantil. Todas as vacinas devem ser interrompidas imediatamente e todas as suas vitimas devidamente indenizadas.” Dr. Archie Kalokerinos, autor do livro “Every Second Child” (Cada segundo filho): Ele acredita que esquemas de vacinação estavam sendo utilizados, deliberadamente, no genocídio de australianos indígenas e na difusão do HIV na África e que o governo dos EUA tenha planejado se livrar dos indesejáveis, como criminosos, incentivando as pessoas com problemas cardíacos conhecidos para serem vacinados.

 

Fontes:
– Natural News: Shocking vaccine safety warning
– World Mercury Project: CDC: Corruption, Deceit and Cover-Up
– Natural News: Vaccine industry social influence document reveals attempted bribery of ‘key social influencers’ such as Disney / Marvel, ESPN, Oprah and a CNN reporter

– Fonte: O livro vermelho da Saúde – Renato Dias

Updated: Agosto 18, 2018 — 9:37 am
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